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Artigos

Energia solar e sua jornada pela história

Por

Cintya Yeung

18/9/2017

Células fotovoltaicas, na realidade não derivam de uma tecnologia tão recente. A origem da ideia se deu em 1839 por Alexandre Becquerel, quando este observou que, ao jogar um feixe de luz sobre um corpo, elétrons são soltos, e o fluxo deles formam uma corrente, o efeito fotovoltaico. Porém, mais tarde descobriu-se que os elétrons partem do corpo de forma conjunta, efeito denominado fotoelétrico. A partir disto, na tentativa de atribuir uma utilidade mais realista a este efeito, em 1888 foi produzida a primeira célula fotovoltaica. Em 1950, células solares passaram a ser desenvolvidas para indústria espacial, e o sucesso se deu em 1954 com a primeira célula mais semelhante à que conhecemos hoje sendo produzida.

 Com a crise do petróleo em 1970, fontes alternativas de energia começaram a ganhar destaque e plantas de geração eólica e solar foram construídas. Algumas décadas mais tarde, em 1989, a previsão era de que as células solares poderiam substituir o carvão em 10 a 15 anos – ou seja, até 2004. Enquanto isso, algumas plantas que foram construídas para serem fontes alternativas para a geração de energia hoje se encontram em estado de abandono, o principal exemplo sendo a planta de Carrizo, nos Estados Unidos, com potência para geração de 5,2 megawatts em seu pico, construída em 1983 e desmanchada em 1990.

Hoje, mais do que uma previsão, países, estados e cidades estão adotando como meta a substituição total de fontes poluentes de energia, e a energia solar tem papel fundamental para isto. A cidade de Woodstock, no Canadá, por exemplo, pretende utilizar 100% de fontes renováveis de energia para eletricidade, aquecimento e transporte até 2050 e já está servindo de modelo para indústrias e cidades vizinhas através principalmente do uso de energia solar. A Suécia, é outro exemplo de determinação, que pretende se tornar o primeiro país livre de combustíveis fósseis no mundo, e já está investindo não apenas domesticamente (44,5 milhões dólares em energia fotovoltaica), mas também em projetos para ajudar países em desenvolvimento a serem capazes de fazer o mesmo. E estes são apenas alguns exemplos. Um relatório da Bloomberg estima que, até 2040, a geração de energia eólica e solar deve ir de 5% da geração mundial total para 34%, com Alemanha, Canadá e México obtendo pelo menos 75% da sua demanda energética dessas fontes. Isto assumindo que os investimentos e subsídios que hoje estão acontecendo devem perder força em algum momento. Ou seja, é um cenário um tanto conservador, mas já é capaz de mostrar que esta nova fase de entusiasmo em relação à energia fotovoltaica e fontes alternativas de energia não deve ter mesmo fim que a onda de 1970.

 

Usina solar de Carrizo, nos Estados Unidos,  em seu estado nos dias de hoje.

Fonte: https://newmatilda.com/2017/06/13/power-less-solar-technology-and-the-sands-of-time/3/

http://epocanegocios.globo.com/Tecnologia/noticia/2015/11/como-suecia-pretende-se-tornar-o-primeiro-pais-livre-de-combustiveis-fosseis-no-mundo.html

‍https://pixabay.com/p-1209929/?no_redirect

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