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Edifícios energeticamente eficientes: felizmente, o caminho até lá vem ficando mais curto

Edifícios Energia Zero (EEZ) é o nome dado às construções que não apenas são autossuficientes em termos de matriz energética, mas que também tem seu consumo de energia otimizado, evitando desperdícios.

Por

Cintya Yeung

29/5/2017

Edifícios Energia Zero (EEZ) é o nome dado às construções que não apenas são autossuficientes em termos de matriz energética, mas que também tem seu consumo de energia otimizado, evitando desperdícios. Até o momento, EEZs não existem no Brasil. Do ponto de vista econômico, a geração de energia renovável no local (on site), como a energia solar e a eólica, ainda sofre com os altos custos de investimento.

Porém, novos projetos vêm sendo desenvolvidos, tais como a concepção de estádios solares (Copa do Mundo de 2014) e os aeroportos solares, e dois projetos EEZ institucionais já foram desenvolvidos: o Cecas, edifício que será o Centro de Estudos de Clima e Ambientes Sustentáveis da Universidade de São Paulo, e a EKÓ House. Este último participou do Solar Decathlon (SD EUROPA, 2012), na Europa, uma competição universitária internacional com o objetivo de projetar uma casa energeticamente eficiente e inovadora, onde os ocupantes são abastecidos exclusivamente com energia solar.

Estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) criaram estratégias para a criação de EEZs de acordo com as diferenças climáticas entre Florianópolis (SC) e Fortaleza (CE), com foco na utilização de energia fotovoltaica. O trabalho permitiu concluir que é possível ser autossuficiente em termos de geração de energia, pois as estratégias adotadas de otimizar a quantidade de energia produzida fizeram com que o saldo (energia produzida – energia consumida) fosse positivo ao final do ano. “A janela com fotovoltaico semitransparente demonstrou ser uma alternativa promissora para a substituição de janelas tradicionais, uma vez que contribuiu com 21% da energia gerada em Florianópolis e 11% em Fortaleza, embora os módulos utilizados tenham uma eficiência de apenas 3%. Nos centros urbanos as janelas com fotovoltaico dos pavimentos inferiores podem ser substituídas por janelas com vidros claros, já que, além de ter menos radiação disponível, devido às obstruções do entorno, deve-se aproveitar mais a pouca luz natural existente.”.

Bibliografia:

DIDONE, Evelise Leite; WAGNER, Andreas; PEREIRA, Fernando Oscar Ruttkay. Estratégias para edifícios de escritórios energia zero no Brasil com ênfase em BIPV. Ambient. constr., Porto Alegre, v. 14, n. 3, p. 27-42,  Sept.  2014. mento.

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